Uma perna mais curta causa artrose no quadril.

A grande maioria das pessoas tem uma perna mais curta que a outra.

Mais de 90% de todos os pacientes que eu atendi nos últimos anos, tinha uma perna mais curta que a outra.
No momento da consulta eu sempre verifico a altura da crista ilíaca.
Se um lado do quadril está mais baixo, significa que uma perna está menor que a outra.
Algumas pessoas tem mais de 4 centímetros de diferença no tamanho das pernas.

Tensão, encurtamento e fraqueza dos músculos aproximam os ossos.

Lesão ou obstrução dos nervos leva à falha de comunicação entre o cérebro e os músculos.
E por esse motivo o cérebro não tem o controle correto sobre os músculos.
A musculatura fica mais fraca e dá menos sustentação ao corpo.
Em uma das pernas os ossos no tornozelo, joelho e quadril se aproximam.
Quando a pessoa está em pé, é possível observar que esse lado do quadril fica mais baixo que o outro.

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Ossos fora do lugar.

Ao aproximar um osso do outro, os ligamentos que ligam um osso ao outro, ficam com frouxidão.
Ligamentos frouxos deixam a articulação com instabilidade e os ossos saem do alinhamento.
Alteram a posição anatômica e comprometem a biomecânica (mecânica do movimento).

Subluxação e luxação do quadril.

Subluxação é o deslocamento parcial da cabeça do fêmur com relação ao acetábulo, quando ainda existe o contato entre os ossos.
Luxação é quando o deslocamento é total e não há mais contato entre os ossos, ou seja, a cabeça do fêmur saiu totalmente do encaixe com o acetábulo.

O que causa subluxação do quadril.

Para escorar a base do quadril, na protuberância isquiática e púbis, a musculatura medial da coxa (adutores da coxa) na região da virilha, é a que sustenta mais peso quando estamos em pé.
Quando estamos sentados, essa mesma musculatura fica encurtada, devido ao ângulo de 90 graus entre a coxa e o quadril.
A sobrecarga dessa musculatura causa muito encurtamento, e aproximação do acetábulo com a cabeça do fêmur.

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Quando estamos em pé.

O apoio do quadril sobre a coxa, é do acetábulo sobre a cabeça do fêmur.
Devido ao encurtamento e fraqueza da musculatura, o quadril abaixa e o acetábulo pressiona a cabeça do fêmur.
A descarga de peso do acetábulo empurra a cabeça do fêmur mais para lateral.
O contato da cabeça do fêmur é feita numa parte mais alta e lateral do acetábulo.
A cabeça do fêmur pressiona o lábio do acetábulo (labrum acetabular).

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Quando estamos deitados.

Mesmo sem ter a descarga de peso do quadril sobre a coxa, no momento que a pessoa deita e estica as pernas, devido ao encurtamento da musculatura, ocorre aproximação entre a cabeça do fêmur e o acetábulo.

Consequências da subluxação unilateral.

Artrose no quadril;
Impacto femoroacetabular;
Lesão do labrum;
Escoliose – a coluna lombar inclina para o lado da perna mais curta;
Culote – saliência na lateral da coxa;
Bursite trocantérica;
Tendinopatia dos glúteos;
Síndrome do piriforme;
Limitação da ADM (Amplitude Do Movimento);
Dores.

Luxação Congênita do Quadril.

1 em cada 1.000 recém-nascidos poderá nascer com o quadril luxado.
A causa geralmente é um atraso na formação do acetábulo e/ou da cabeça do fêmur.
O tratamento nos primeiros 3 meses, é manter o encaixe entre os ossos com estabilização por suspensórios ou gesso, esperando a formação correta dos ossos.
Se esses procedimentos não obtiverem resultados, dos 3 meses até a idade da marcha utiliza-se órteses.
Após a idade da marcha, a opção passa a ser a modelagem dos ossos com cirurgias ou até mesmo a colocação de próteses metálicas.
Esses são procedimentos que geralmente deixam sequelas para a vida adulta.

Quais são as consequências na vida adulta.

Uma consequência comum é ficar com uma perna mais curta que a outra.
E ter uma perna mais curta vai desencadear as mesmas consequências da subluxação.
Para compensar a diferença no tamanho das pernas, e equilibrar a altura do quadril, as pessoas usam uma palmilha ou aumentam o salto do calçado.
Esse calço embaixo do pé, aumenta a pressão nas articulações do tornozelo, joelho e quadril.
O aumento da pressão nas articulações causa desgaste das cartilagens.
O desgaste se acentua com o passar dos anos, exigindo aumento da espessura da palmilha ou salto.
Restringe o tipo de calçado que a pessoa pode usar.

O Método EQCOAN na luxação congênita do quadril.

Sendo a maior atenção do Método EQCOAN voltada à coluna vertebral para proteger a medula espinhal e as raízes neurais.
Assim também eu procedo com relação aos bebês e crianças que apresentam disfunções e dores.
Já tratei muitos bebês desde os primeiros dias de vida até após a idade da marcha.
A mobilização dos nervos estimula a formação de novas conexões entre o cérebro e os músculos.

Resultado do Método EQCOAN na luxação congênita do quadril.

É impressionante como a reação dos nervos nos bebês é muito rápida.
Os nervos entram em atividade e o cérebro consegue controlar a força dos músculos e movimentos, com muito mais facilidade.
O cérebro também consegue ter mais controle sobre a função de todos os órgãos, com melhora do metabolismo geral do corpo.
O organismo dos bebês reage, e em poucas semanas estão com muito maior controle de seus movimentos.
Desenvolvem força para manter o corpo contra a ação da gravidade, até o momento de ficar em pé e andar.

Como corrigir a diferença no tamanho das pernas.

Assim como nos bebês, os adultos também precisam da mobilização dos nervos para formar novas conexões entre cérebro e músculos.
Pois é somente por meio dos nervos que o cérebro consegue controlar a força dos músculos.
Músculos fortes e alongados mantém os ossos afastados e bem posicionados.
Mesmo no caso de pessoas que tiveram luxação congênita do quadril na infância.
Esse procedimento reduz gradativamente a necessidade de palmilhas, órteses, próteses e cirurgias.

Exercícios terapêuticos de alongamento em relaxamento.

É um recurso terapêutico com o qual a própria pessoa desenvolve o correto controle do cérebro sobre a força dos músculos e movimentos.
Praticar exercícios terapêuticos de alongamento em relaxamento afasta os ossos até esticar os ligamentos, e estabilizar a articulação do quadril.
Coloca a cabeça do fêmur e o acetábulo na posição correta.
Corrigindo naturalmente a posição anatômica e biomecânica.

Facilidade de acesso ao Método EQCOAN de EQuilíbrio COnsciente.

Os exercícios estão gravados em vídeo aulas para praticar em casa.
Organizados em um programa com 30 exercícios terapêuticos.
São específicos para pessoas com disfunção, limitação dos movimentos e dores no quadril.
Promovem o equilíbrio bilateral do quadril, reduzindo gradativamente a diferença no tamanho das pernas.
São necessários apenas acesso a internet e alguns minutos por dia para praticar os exercícios.

Acompanhamento personalizado.

O acesso é vitalício (para sempre) ao programa de exercícios e ao meu acompanhamento.
Qualquer dúvida sobre a execução dos exercícios.
Qualquer dúvida sobre o que mais poderá fazer para melhorar.
E também o que não deve fazer, para evitar a piora da condição do quadril.
O acesso é direto comigo para esclarecer todas as dúvidas, podendo fazer perguntas ilimitadas.

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